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Covid-19: Cemitérios públicos e privados de Maceió devem adotar medidas para proteger trabalhadores, recomenda MPT

Ministério Público do Trabalho recomendou que cemitérios disponibilizem EPIs adequados a trabalhadores, mantenham caixões fechados durante os velórios e orientem grupos mais vulneráveis a não participar dos funerais, dentre outras medidas; Empresas e Município de Maceió, através do superintendente da Sudes, Gustavo Acioli Torres, têm 5 dias para informar se atendem à recomendação

Maceió/AL – Dando continuidade às medidas de prevenção adotadas para conter o avanço da Covid-19, o Ministério Público do Trabalho (MPT) em Alagoas recomendou que os cemitérios públicos de Maceió e os cemitérios privados adotem providências urgentes para proteger seus trabalhadores do risco de contágio pela doença. O MPT instaurou um procedimento promocional (Promo) para buscar a adoção das medidas.

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Com participação do MPT, Cerest Maceió realiza live sobre assédio moral e relações de trabalho durante a pandemia

Transmissão será mediada pela psicóloga do Cerest Karoline Felix, do Núcleo Interinstitucional de Educação Permanente em Saúde Mental Relacionada ao Trabalho; já o procurador-chefe do MPT em Alagoas, Rafael Gazzaneo, é o convidado para falar sobre o tema durante a Live


Maceió/AL - Como ficam as relações de trabalho durante a pandemia decorrente da Covid-19? Que mudanças o teletrabalho traz na relação entre empregado e empregador? É possível identificar o assédio moral neste cenário? Para esclarecer essas e outras dúvidas, o Centro de Referência Regional em Saúde do Trabalhador (Cerest/Maceió) realizará uma Live na próxima quinta-feira, 21 de maio, às 15h. O evento faz parte do mês de combate ao assédio moral.

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MPT recomenda que funerárias de Alagoas adotem medidas urgentes para proteger trabalhadores

Medidas incluem utilização adequada de EPIs, cuidados no acondicionamento de corpos, desinfecção de caixões e afastamento de trabalhadores com suspeita da Covid-19; o MPT concedeu 5 dias para as funerárias informarem as medidas adotadas para atender à recomendação e irá agendar audiência com representantes das empresas para verificar o cumprimento das medidas recomendadas

Maceió/AL – O Ministério Público do Trabalho (MPT) expediu uma recomendação voltada a funerárias de Alagoas, na última quinta-feira, 14, para que as empresas adotem medidas mínimas urgentes para proteger seus trabalhadores do risco de contágio pelo novo coronavírus (Covid-19). A medida faz parte de um procedimento promocional (Promo) instaurado pelo MPT para atuar diante da prestação de trabalho em condições perigosas ou nocivas à saúde por empregados desses estabelecimentos.

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MPT aguarda mapeamento de trabalhadores para definir medidas de apoio ao setor artístico em Alagoas

Fórum do Teatro de Maceió, órgãos estatais e sindicatos dos artistas entregarão estudo ao Ministério Público do Trabalho

Maceió/AL - Motivado pelo Fórum de Teatro de Maceió, o Ministério Público do Trabalho (MPT) em Alagoas realizou, na quinta-feira (7), uma teleconferência com representantes do Governo Estadual, da Prefeitura da Capital e da sociedade civil organizada para buscar medidas que mitiguem os prejuízos do setor artístico no estado. A área de cultura foi uma das que sofreram perdas significativas com a paralisação econômica decorrente do combate à pandemia do coronavírus SARS-Cov-2, responsável pela doença respiratória Covid-19. 

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Após descumprimento de convenção coletiva firmada com mediação do MPT, justiça determina que colégio particular de Maceió suspenda atividades de forma imediata

Rede de ensino desrespeitou termo aditivo de convenção coletiva firmado com mediação do MPT, que definiu a concessão de férias coletivas por 15 dias a professores da rede privada

Maceió/AL – A 6ª Vara do Trabalho de Maceió determinou que três unidades de ensino da rede de colégio Fantástico suspendam imediatamente suas atividades pedagógicas e acadêmicas, após o estabelecimento desrespeitar um termo aditivo de convenção coletiva firmado com mediação do Ministério Público do Trabalho (MPT), que definiu a concessão de férias coletivas por 15 dias a professores da rede privada. A decisão atendeu a pedido de tutela cautelar do Sindicato dos Professores de Alagoas (Sinpro/AL), com atuação do MPT como fiscal da lei (Custos Legis).

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