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MPT em Alagoas abre prazo para instituições de ensino firmarem convênio de estágio

Instituições não conveniadas deverão encaminhar e-mail para a Divisão de Gestão de Pessoas do Ministério Público do Trabalho, até 10 de agosto; convênio possibilitará que alunos concorram a vagas do próximo processo seletivo, previsto para acontecer neste ano

Maceió/AL – O Ministério Público do Trabalho (MPT) em Alagoas abriu prazo, até 10 de agosto, para instituições públicas e privadas de ensino superior do estado firmarem convênio com a instituição trabalhista. O convênio possibilitará que alunos das instituições de ensino concorram a vagas do próximo processo seletivo de estágio do MPT, previsto para acontecer neste ano. 

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Sem acordo: MPT deverá instaurar denúncia para solucionar falta de pagamento de verbas rescisórias a cerca de 150 ex-empregados que trabalharam em obras do aeroporto de Maceió

Procurador-chefe do MPT em Alagoas, Rafael Gazzaneo, encerrou procedimento de mediação após a Aena Brasil e o Consórcio Voa Nordeste não chagarem a um consenso; trabalhadores relataram que estão passando por dificuldades

Maceió/AL – O Ministério Público do Trabalho (MPT) deverá instaurar denúncia, nos próximos dias, para investigar a falta de pagamento de verbas rescisórias a cerca de 150 ex-empregados que trabalharam nas obras de ampliação do aeroporto Zumbi dos Palmares, em Maceió. Na última quinta-feira (20), o procurador-chefe do MPT em Alagoas, Rafael Gazzaneo, encerrou um procedimento de mediação após a Aena Brasil e o Consórcio Voa Nordeste não chagarem a um acordo.

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PTM de Arapiraca reforça chamamento público para destinação de bens e recursos a instituições sem fins lucrativos

Para fazer o cadastro, órgão ou entidade deverá requerer sua inscrição por meio do site do MPT e anexar documentos comprovatórios

Arapiraca/AL – A Procuradoria do Trabalho no Município (PTM) de Arapiraca reforça o chamamento público para o cadastramento de órgãos e entidades sem fins lucrativos que tenham interesse em receber bens e valores decorrentes da atuação finalística do Ministério Público do Trabalho (MPT). O foco da convocação está em interessados das regiões do Baixo São Francisco, Agreste e Sertão do Estado de Alagoas. 

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Impasse: MPT convoca concessionária Aena Brasil para solucionar pagamento de verbas rescisórias de 150 empregados demitidos após obras no aeroporto de Maceió

Companhia responsável por 17 aeroportos no país contratou Consórcio Voa Nordeste para realizar obras de ampliação do aeroporto Zumbi dos Palmares; trabalhadores voltaram a cobrar pagamento das rescisões, durante audiência de mediação conduzida pelo MPT

Maceió/AL - Os ex-empregados que realizaram obras de reforma e ampliação do Aeroporto Zumbi dos Palmares, em Maceió, voltaram a cobrar o pagamento de verbas rescisórias, na última segunda-feira (17), durante nova audiência de mediação conduzida pelo Ministério Público do Trabalho. O MPT convocou a Aena Brasil, responsável pela gestão do aeroporto, e o Consórcio Voa Nordeste, contratado pela Aena para realizar as obras, para solucionarem o impasse que envolve cerca de 150 trabalhadores.

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MPT em Alagoas obtém liminar para garantir contratação de jovens aprendizes por empresa de vigilância

Admissão pela cota de aprendizagem prioriza adolescentes de 14 a 18 anos em situação de vulnerabilidade ou risco social

Maceió/AL – Após pedido do Ministério Público do Trabalho (MPT) em Alagoas, o Juízo da 1ª Vara do Trabalho de Maceió concedeu medida liminar que determina a contratação de jovens aprendizes pela empresa de vigilância patrimonial SEGURPRO. Na decisão judicial, ficou estabelecido que a admissão pela cota de aprendizagem deverá priorizar adolescentes de 14 a 18 anos em situação de vulnerabilidade ou risco social.

Sem adolescentes e jovens no quadro de pessoal, a SEGURPRO deverá efetuar a contratação de 39 aprendizes matriculados em cursos dos Serviços Nacionais de Aprendizagem ou, supletivamente, em escolas técnicas e entidades sem fins lucrativos. Conforme a legislação trabalhista vigente, a cota de aprendizagem varia de 5% a 15% do número de trabalhadores cujas funções demandem formação profissional, inclusive as de vigilantes patrimoniais. 

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