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“Empregadores que explorarem trabalho infantil serão penalizados”, alerta procuradora do Trabalho

Virgínia Ferreira considera necessárias as diversas ações realizadas em rede para coibir a exploração de crianças e adolescentes; Ministério Público do Trabalho e Ministério do Trabalho flagraram trabalho infantil durante fiscalização na Praia da Sereia, neste domingo, 29

Maceió/AL - Durante a ação que constatou a exploração do trabalho infantil na Praia da Sereia, realizada neste domingo, 29, pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), Ministério do Trabalho e Conselho Tutelar, a procuradora do Trabalho Virgínia Ferreira alertou que os empregadores que insistirem em explorar o trabalho de crianças e adolescentes serão penalizados. Desde o início deste ano, os órgãos do Trabalho intensificaram as fiscalizações em estabelecimentos localizados nas regiões litorâneas, consideradas de maior incidência de casos de trabalho infantil.

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MPT e Ministério do Trabalho articulam apoio do juizado da infância contra o trabalho infantil

Coordenadora-geral do Fetipat defendeu que instituições devem se unir em busca de uma proteção efetiva para jovens retirados da atividade degradante; procuradora reforçou importância da aprendizagem profissional como oportunidade de mudança de vida

Maceió/AL – O Ministério Público do Trabalho (MPT) e o Ministério do Trabalho, em conjunto com instituições governamentais e organizações da sociedade civil, continuam buscando parcerias na realização de ações voltadas para a proteção da infância e erradicação do trabalho infantil em Alagoas. Em reunião realizada nesta quarta-feira, 25, no Fórum da Infância e da Juventude de Maceió, a procuradora do Trabalho Virgínia Ferreira e a auditora fiscal do Trabalho Railene Gomes articularam, junto à juíza Fátima Pirauá, o apoio do juizado nas ações integradas de proteção à criança e ao adolescente.

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MPT pede à justiça que Bordsete Comércio pague multa por atrasar salários de empregados

Empresa especializada em uniformes descumpriu acordo para pagar salários até o quinto dia útil do mês subsequente ao vencido; 23 trabalhadores foram prejudicados

Maceió/AL – O Ministério Público do Trabalho (MPT) em Alagoas pediu à Justiça do Trabalho, por meio de uma Ação de Execução, que a empresa Bordsete Comércio – especializada na fabricação de uniformes – seja obrigada a pagar multa por atrasar os salários mensais de seus empregados. O estabelecimento descumpriu o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado com o MPT para realizar, dentre outras obrigações, o pagamento de salários dos trabalhadores até o quinto dia útil do mês subsequente ao vencido.

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Empresa Bolachas Maragogi deve pagar multa por manter trabalho clandestino

Indústria alimentícia descumpriu Termo de Compromisso firmado com o MPT para não admitir trabalhadores sem registro em carteira de trabalho; bens da empresa podem ser penhorados

Maceió/AL – O Ministério Público do Trabalho (MPT) em Alagoas requer ao judiciário trabalhista que a empresa Bolachas Maragogi seja obrigada a pagar multa por contratar trabalhador sem o registro formal em Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), considerado trabalho clandestino. Após inspeção realizada na indústria pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego, o procurador do Trabalho Rafael Gazzaneo verificou que a empresa descumpriu o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado com o objetivo de obrigá-la a efetuar a admissão formal de seus empregados.

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MPT pede à justiça que Usina Sumaúma pague multa por submeter trabalhadores a excesso de jornada

Bens da empresa podem ser penhorados, caso o pagamento não seja efetuado; usina havia assumido o compromisso de não exigir de empregados o trabalho superior a duas horas extras diárias e se comprometeu a conceder intervalo de 11 horas entre duas jornadas, mas descumpriu acordo

Maceió/AL – O Ministério Público do Trabalho (MPT) em Alagoas pediu à Justiça do Trabalho, por meio de uma Ação de Execução, que a Usina Sumaúma – pertencente ao Grupo Toledo – seja obrigada a pagar R$ 43 mil de multa por submeter seus trabalhadores a excesso de jornada. A usina havia assumido o compromisso de não exigir de seus empregados a prestação de trabalho extraordinário pelo período superior a duas horas extras diárias, mas descumpriu o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado com o MPT.

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