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MPT inicia ações de implantação do projeto “MPT na Escola” em Alagoas

Professores da rede pública de ensino de União dos Palmares foram capacitados para difundir ações de conscientização contra o trabalho infantil junto à comunidade escolar; projeto é reconhecido nacionalmente por contribuir com a redução dos índices de exploração infantil

Maceió/AL – O Ministério Público do Trabalho em Alagoas iniciou as ações de implantação do projeto MPT na Escola - executado com sucesso em outros estados por meio de ações educativas e outras medidas para reduzir os índices de trabalho infantil nos municípios brasileiros. Na manhã desta quinta-feira, 17, cerca de 50 professores da rede pública de ensino de União dos Palmares, na Zona da Mata alagoana, participaram de capacitação para conhecer e implantar o projeto nas escolas da região.

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MPT realiza debate sobre aprendizagem e trabalho infantil com estudantes da rede pública de ensino

Em um bate papo descontraído, procuradoras do MPT incentivaram busca constante por conhecimento e qualificação como forma de acesso ao mercado de trabalho; alunos compartilharam experiências e esclareceram dúvidas sobre os temas

Maceió/AL – Estudantes do 3º ano da Escola Estadual Moreira e Silva, localizada no Centro de Estudos e Pesquisas Aplicadas (Cepa), tiveram uma aula diferente na noite da última segunda-feira, 14. O Ministério Público do Trabalho levou aos alunos a discussão sobre aprendizagem profissional e exploração infantil, dando continuidade às ações de enfrentamento à violência infanto-juvenil realizadas pelo Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção ao Adolescente Trabalhador de Alagoas (FETIPAT-AL).

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Exaustão: trabalhadores de casas de farinha recebiam 4 reais para raspar 200 quilos de mandioca

Empregados laboravam por mais de 8 horas para ganhar 20 reais por dia, constatou força-tarefa; 92 trabalhadores foram resgatados em condições análogas à escravidão – o maior resgate no país desde 2012

Arapiraca/AL – A farinha de mandioca produzida pelos trabalhadores resgatados na operação contra o trabalho análogo à escravidão no Agreste alagoano, realizada no início deste mês, custou um preço alto: a exaustão. Além de laborarem em um ambiente degradante, submetidos a risco iminente de acidentes, cada trabalhador recebia apenas 4 reais por 200 quilos de mandioca raspada.

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MPT convida instituições de ensino superior a firmarem convênio

Parceria com órgão ministerial permitirá a participação de estudantes em seleção para estagiários 

Maceió/AL - O Ministério Público do Trabalho em Alagoas (MPT/AL) convida instituições de Ensino Superior para se conveniarem ao órgão, no período de 14 a 28 de maio, a fim de permitir que seus estudantes possam participar do próximo processo seletivo de estágio. 

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Trabalho análogo à escravidão: MPT irá responsabilizar empresas que compram farinha de mandioca produzida sob condições degradantes

Força-tarefa realizada na manhã desta sexta-feira resgatou 87 empregados de casas de farinha no interior; empresas contribuíram para uma cadeia produtiva que escraviza trabalhadores, afirmou procurador Rodrigo Alencar

Arapiraca/AL – O Ministério Público do Trabalho (MPT) instaurou inquérito civil, nesta sexta-feira, 4, para responsabilizar as distribuidoras do ramo alimentício em Alagoas que comercializam a farinha de mandioca produzida sob situação de trabalho análogo à escravidão. Durante força-tarefa realizada nesta manhã no município de Feira Grande, o Ministério do Trabalho, MPT, Polícia Rodoviária Federal e Defensoria Pública da União resgataram 87 trabalhadores submetidos a condições degradantes em casas de farinha.

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